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PPR's e Segurança

Para que as carteiras dos PPR não tenham um nível de risco demasiado elevado, a lei impõe às sociedades gestoras e seguradoras algumas regras para a sua composição. Contudo, o risco associado ao investimento em PPR pode ser muito diferente, consoante o produto escolhido: há seguros com garantia de capital e rendimento mínimo e outros sem garantias. Nos fundos, há os que investem em ações e os que adotam uma estratégia mais defensiva que exclui esse tipo de ativos financeiros.

Os fundos que prevejam um investimento acima de 40% em ações devem incluir na sua designação a expressão «Ações». Por exemplo, «PPR – Ações». Uma elevada componente de ações implica um risco maior. Para que o rendimento compense o risco, é aconselhável que o investidor mantenha o PPR durante, pelo menos, dez anos.

Todas as sociedades gestoras de PPR estão sujeitas à supervisão de autoridades, para garantir a sua saúde financeira e salvaguardar os interesses dos investidores. No caso dos seguros e fundos de pensões, a supervisão está a cargo do Instituto de Seguros de Portugal. As sociedades gestoras de fundos de investimento mobiliário são supervisionados pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM). Por sua vez, o Banco de Portugal efetua, periodicamente, uma supervisão a todas as entidades gestoras. 

Os PPR podem considerar-se, em regra, aplicações consideravelmente seguras, embora, em alguns casos, o valor do investimento possa sofrer variações significativas (especialmente no caso dos fundos de poupança-reforma que investem em ações).

Fonte: Deco