agosto 28, 2026
(tempo de leitura: 3 minutos)
Vendas no retalho, em julho +3,7% (volume), homólogo, dos quais Alimentar +2,6% e não-Alimentar +4,6%; inferiores às médias moveis, mas ainda assim um desempenho razoável, tendo em conta o enquadramento desfavorável...
O Instituto Nacional de Estatística (INE) divulgou os valores de julho relativos às vendas no retalho.
Os dados foram os seguintes:
1 – Índice do volume de negócios no comércio a Retalho a preços constantes (sem as vendas de combustível, automóveis e ajustamentos sazonais), ou seja, sem o impacto dos preços, +3,7% homólogo, vs. 12 Meses Média Móvel (12MMM) +5,1% e 3MMM +3,8%;
2 – “Produtos não-Alimentares” a preços constantes (sem vendas de combustível e automóveis) +4,6% homólogo vs. 12MMM: +6,7%/3MMM: +5,5% (vendas de automóveis em julho: +3,5%);
3 – “Produtos Alimentares” a preços constantes: +2,6% homólogo vs. 12MMM: +3,2%/3MMM: +1,8%;
4 – “Produtos Alimentares” a preços correntes (dados nominais, incluindo o efeito preço) +5,3% homólogo vs. 12MMM +6,1%/3MMM: 5,1%;
4 – “Têxteis, Vestuário e Calçado” (dados nominais, incluindo o efeito preço) 4,4% homólogo vs. 12MMM: 6,0%/3MMM: 6,7%;
5 – “Artigos para o Lar” 9,3% homólogo (dados nominais) vs. 12MMM: 5,7%/3MMM: +9,9%;
6 – “Vendas por Correspondência, Internet e Outros Meios” (dados nominais) -0,2% homólogo vs. 12MMM 4,8%/3MMM 8,9%.
Comentário: As vendas no retalho, em volume, em julho, +3,7% homólogo, dos quais, “Alimentar”: 2,6% e “não-Alimentar” +4,6%. Dados ligeiramente abaixo das médias móveis, ainda que razoáveis. Alimentar, 2,6% volumes e nominal 5,3%, indica um trimestre com um desempenho positivo e em linha, com a visão geral da principal empresa do sector.


Fonte: INE, AS Independent Research
António Seladas, CFA
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