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Macroeconomia

fevereiro 26, 2026

Índice ESI, em fevereiro, recupera em Portugal, mas mantém-se volátil

(tempo de leitura: 3 minutos)

 

O ESI na Área Euro, em fevereiro, ajustou ligeiramente -100pb em cadeia, depois de janeiro forte, no entanto a tendência suave de subida, mantém-se intacta. Entretanto, em Portugal o ESI melhorou, +90pb em cadeia; depois de janeiro fraco, os dados mantêm-se voláteis. Por último, o impacto das tempestades, mantém-se, genericamente, ausente, exceto a Confiança dos Consumidores, que ajustou 350pb em cadeia               

 

 

A Comissão Europeia divulgou os dados de fevereiro relativos aos indicadores mensais de Sentimento Economico (ESI) e subcomponentes para a Área Euro e por países, nomeadamente Portugal.    

Os dados foram os seguintes:

1 – O Indicador de Sentimento Económico (ESI) em fevereiro, na Área Euro, ajustou ligeiramente, depois de um desempenho forte em janeiro, -100pb, em cadeia, para 98,3 (+1,8% homólogo) vs. 12MMM (12 meses média móvel) 96,4 e 3MMM: 98,2;

2 – Relativamente às subcomponentes, Indústria e Serviços ajustaram, depois de janeiro forte;   

3 – O indicador português ESI melhorou: 90pb em cadeia para 104,30 (+1,3% homólogo), depois de ajustamento forte em janeiro. Compara com 12MMA: 104,3 e 3MMM: 104,6;

4 – Relativamente às subcomponentes, em Portugal, Serviços e Indústria melhoraram sequencialmente depois de janeiro fraco, enquanto a Confiança dos consumidores ajustou fortemente, -350pb em cadeia, aparentemente relacionado com as tempestades.

Comentário: os dados na Área Euro, ajustaram ligeiramente em fevereiro, depois de janeiro forte, ainda assim os indicadores mantêm-se acima das médias móveis, tendência ligeiramente positiva. Entretanto, em Portugal, os dados mantêm-se voláteis, fevereiro melhora vs. janeiro, mas em linha com médias móveis e alguma perda de ritmo. Por último, o impacto das tempestades mantém-se, genericamente, ausente, exceto, a Confiança dos Consumidores que em fevereiro caiu 350pb em cadeia, para -17,1; inferior às médias móveis.            

 

 

 

Fonte: Banco de Portugal, Comissão Europeia, AS Independent Research


Artigo de autoria:
António Seladas, CFA

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